Era argentino no Brasil, paciente em um hospital e sentia muita dor.
Palidez e suores substituíam, na pele, o sal e o sol da praia.
Estava confuso, inquieto e sozinho, compreendia mal o português, além de estar um pouco surdo pela dor.
Foi levado às pressas para exames de emergência, talvez precisasse de um cateterismo; acabou encaminhado para a sala gelada do exame.
O médico vestido como um cirurgião, com máscara e gorro e óculos, além de tudo falava para dentro. Ele não compreendia.
O médico achou melhor chamar alguém que pudesse facilitar a comunicação.
Saiu da sala e perguntou se alguém sabia falar espanhol.
Um estudante novinho, muito solícito, levantou-se rapidamente e acompanhou o médico.
Em um momento do exame disse ao rapaz que pedisse ao paciente para respirar fundo.
E ouviu o poliglota dizer:
" espire undo"!
Palidez e suores substituíam, na pele, o sal e o sol da praia.
Estava confuso, inquieto e sozinho, compreendia mal o português, além de estar um pouco surdo pela dor.
Foi levado às pressas para exames de emergência, talvez precisasse de um cateterismo; acabou encaminhado para a sala gelada do exame.
O médico vestido como um cirurgião, com máscara e gorro e óculos, além de tudo falava para dentro. Ele não compreendia.
O médico achou melhor chamar alguém que pudesse facilitar a comunicação.
Saiu da sala e perguntou se alguém sabia falar espanhol.
Um estudante novinho, muito solícito, levantou-se rapidamente e acompanhou o médico.
Em um momento do exame disse ao rapaz que pedisse ao paciente para respirar fundo.
E ouviu o poliglota dizer:
" espire undo"!